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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Canequinha sangrenta...

 
Presentinho que meu amor fez exclusivamente pra mim!
 
Não é uma fofa?! rs! ♥

domingo, 22 de abril de 2012

Arthur e Bernardo

Ontem a Lis veio com os meninos aqui em casa...!
Comemos pipoca, jogamos vídeo game, batemos papo e os meninos fizeram desenhos especialmente para a Paula e eu... ri demais, gente, em todos os desenhos eles usaram a caneta vermelha para fazer meu cabelo, kkkkkkkkkkkkk... crianças são ótimas....

Abaixo as fotos:






Desenho do Bernardo: Paula e eu! Detalhe do cabelo vermelho!




Desenho do Arthur: Paula, Bernardo, Lis, Arthur e eu! rs

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

É num mundo com pessoas como essas que eu gostaria de viver...


Um dos relatos mais lindos que já tive a oportunidade de ler:


“Meu filho mais velho tem seis anos e está apaixonado pela primeira vez.
Ele está apaixonado pelo Blaine de Glee.
Para quem não sabe, Blaine é um garoto… um garoto gay, namorado de um dos personagens principais, Kurt.
Não é um amor do tipo “ele acha o Blaine muito maneiro”. É do tipo de amor em que ele devaneia olhando para uma foto de Blaine por meia hora seguido por um ávido “ele é tão lindo”.
Ele adora o episódio em que os dois meninos se beijam. Meu filho chama as pessoas que estão em outros cômodos pra ter certeza de que não perderão "sua parte favorita”. Ele volta o video e assiste de novo… e obriga os outros a fazerem o mesmo, se achar que as pessoas não prestaram atenção suficiente.
Essa obsessão não preocupa a mim e a seu pai. Nós vivemos em uma vizinhança liberal, muitos de nossas amigos são gays e a ideia de ter um filho gay não é algo que nos preocupa. Nosso filho vai ser quem ele é, e amá-lo é nosso dever. Ponto final.

E também, ele tem seis anos. Crianças nessa idade ficam obcecadas com todo tipo de coisa. Isso pode não significar nada. Nós sempre brincamos que ou ele é gay ou nós temos a melhor chantagem na história da humanidade quando ele tiver 16 anos e for hétero. (Toma essa, fotos tomanho banho.)
E então, dia desses estávamos viajando para outra cidade ouvindo (é claro) o CD dos Warblers, e no meio da música Candles, meu filho, do banco de trás, fala:

“Mamãe, Kurt e Blaine são namorados.”
“São sim,” eu confirmo.
"Eles não gostam de beijar meninas. Eles só beijam meninos.”
“É verdade.”
“Mamãe, eles são iguais a mim.”
“Isso é ótimo, querido. Você sabe que eu te amo de qualquer forma?”
“Eu sei…”
Eu podia ouví-lo rolando os olhos pra mim.

Quando chegamos em casa, eu contei da conversa para o pai dele, e nós simplesmente olhamos um nos olhos do outro por um momento. E então, sorrimos.

“Então se aos 16 anos ele quiser fazer o grande anúncio na mesa de jantar, poderemos dizer ‘Você disse isso pra gente quando tinha 6 anos. Passe as cenouras’ e ele ficará decepcionado por roubarmos o grande momento dramático dele’, meu marido diz rindo e me abraça.

Só o tempo dirá se meu filho é gay, mas se for, estou feliz que ele seja meu. Eu estou feliz que ele tenha nascido na nossa família. Uma família cheia de pessoas que o amarão e o aceitarão. Pessoas que jamais vão querer que ele mude. Com pais que não veem a hora de dançarem no casamento dele.

E eu tenho que admitir, Blaine seria realmente um genro fofo.”

Texto Original:
http://getstooobsessed.tumblr.com/post/9004061623/mommy-they-are-just-like-me-my-oldest-son-is

quarta-feira, 13 de julho de 2011

E viva a simplicidade das crianças!


Eu queria viver num mundo onde todos os seres humanos raciocinassem como essa criança.

Não seria um mundo lindo de se viver?














quinta-feira, 26 de maio de 2011

Simplesmente lindo...



Recebi esse texto da amiga Kaká e me emocionei muito ao lê-lo.
Não pude deixar de compartilhá-lo com vocês, meus leitores e amigos!

Deslumbrem-se com as belíssimas palavras de nossa brilhante Lya Luft:


A canção de qualquer mãe

Que nossa vida, meus filhos, tecida de encontros e desencontros, como a de todo mundo, tenha por baixo um rio de águas generosas, um entendimento acima das palavras e um afeto além dos gestos – algo que só pode nascer entre nós. Que quando eu me aproxime, meu filho, você não se encolha nem um milímetro com medo de voltar a ser menino, você que já é um homem. Que quando eu a olhe, minha filha, você não se sinta criticada ou avaliada, mas simplesmente adorada, como desde o primeiro instante.

Que, quando se lembrarem de sua infância, não recordem os dias difíceis (vocês nem sabiam), o trabalho cansativo, a saúde não tão boa, o casamento numa pequena ou grande crise, os nervos à flor da pele – aqueles dias em que, até hoje arrependida, dei um tapa que ainda agora dói em mim, ou disse uma palavra injusta. Lembrem-se dos deliciosos momentos em família, das risadas, das histórias na hora de dormir, do bolo que embatumou, mas que vocês, pequenos, comeram dizendo que estava maravilhoso. Que pensando em sua adolescência não recordem minhas distrações, minhas imperfeições e impropriedades, mas as caminhadas pela praia, o sorvete na esquina, a lição de casa na mesa de jantar, a sensação de aconchego, sentados na sala cada um com sua ocupação.
Que quando precisarem de mim, meus filhos, vocês nunca hesitem em chamar: mãe! Seja para prender um botão de camisa, ficar com uma criança, segurar a mão, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupação. Não é preciso constrangerem-se de ser filhos querendo mãe, só porque vocês também já estão grisalhos, ou com filhos crescidos, com suas alegrias e dores, como eu tenho e tive as minhas. Que, independendo da hora e do lugar, a gente se sinta bem pensando no outro. Que essa consciência faça expandir-se a vida e o coração, na certeza de que aquela pessoa, seja onde for, vai saber entender; o que não entender vai absorver; e o que não absorver vai enfeitar e tornar bom.
Que quando nos afastarmos isso seja sem dilaceramento, ainda que com passageira tristeza, porque todos devem seguir seu caminho, mesmo que isso signifique alguma distância: e que todo reencontro seja de grandes abraços e boas risadas. Esse é um tipo de amor que independe de presença e tempo. Que quando estivermos juntos vocês encarem com algum bom humor e muita naturalidade se houver raízes grisalhas no meu cabelo, se eu começar a repetir histórias, e se tantas vezes só de olhar para vocês meus olhos se encherem de lágrimas: serão apenas de alegria porque vocês estão aí. Que quando pareço mais cansada vocês não tenham receio de que eu precise de mais ajuda do que vocês podem me dar: provavelmente não precisarei de mais apoio do que do seu carinho, da sua atenção natural e jamais forçada. E, se precisar de mais que isso, não se culpem se por vezes for difícil, ou trabalhoso ou tedioso, se lhes causar susto ou dor: as coisas são assim. Que, se um dia eu começar a me confundir, esse eventual efeito de um longo tempo de vida não os assuste: tentem entrar no meu novo mundo, sem drama nem culpa, mesmo quando se impacientarem. Toda a transformação do nascimento à morte é um dom da natureza, e uma forma de crescimento.
Que em qualquer momento, meus filhos, sendo eu qualquer mãe, de qualquer raça, credo, idade ou instrução, vocês possam perceber em mim, ainda que numa cintilação breve, a inapagável sensação de quando vocês foram colocados pela primeira vez nos meus braços: misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as glórias da arte e da ciência, mais sério do que as tentativas dos filósofos de explicar os enigmas da existência. A sensação que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consciência de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada terra. E assim sendo, meus filhos, vocês terão sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.

quinta-feira, 17 de março de 2011

10 anos juntas!




Hoje eu e a Paula fazemos aniversário de namoro: 10 anos!

O engraçado é que ao mesmo tempo que parece que esses 10 anos voaram, parece também que sempre estivemos juntas, nem consigo me lembrar direito como era minha vida antes de ficar com a Paula. Acho que aquela era outra Maíra, totalmente diferente, vivendo numa outra vida. 

Foram 10 anos de muitos momentos felizes e tristes também, de muitas dificuldades, "apanhamos" demais da vida para conseguirmos ficar juntas, só quem conhece nossa história é que sabe tudo que já passamos!

Mas, estamos aqui, juntas, como sempre soubemos que estaríamos!
Nunca tive a menor dúvida que a Paula é minha alma gêmea e que ficaríamos juntas para sempre. Isso sempre foi muito óbvio, desde o primeiro dia que ficamos juntas.

Fiz um post especial contando um pouco da nossa história no Nossa Família Colorida, quem quiser ir até lá e ler, está convidado!

Quero finalizar esse post dizendo o quanto sou feliz ao lado da Paula, apesar de todas as dificuldades que sempre enfrentamos!






Amor, a vida ao seu lado é muito mais doce! 
Amo você para sempre! 
Obrigada por existir e me fazer tão feliz!





Obs: o que acharam do novo layout?
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